Educação Digital 2012
No ano passado, o retrato que fizemos do cenário do mercado de
tecnologia no país surpreendeu. Na ocasião, descobrimos que havia mais
de 80 mil vagas de trabalho disponíveis no setor. Agora, ao final de
mais um ano, é hora de atualizar essa história. Vamos ver quanto isso
mudou?
Não é de agora, mas o mercado de tecnologia em todo o Brasil continua pra lá de aquecido. O crescimento do setor é tão forte que consegue ser totalmente independente da situação econômica do País; pelo menos é o que dizem os especialistas. E, pelo que pesquisamos, esse número de 80 mil postos de trabalho disponíveis cresceu – acredite se quiser.
"Existe também, ao longo dos anos, um aumento maior de profissionais", comenta Edu Pellegrina, diretor de RH. Segundo ele, também cresce o número de escolas. "O próprio investimento na área de tecnologia vem crescendo bastante", diz.
De olho nessa tendência, muita gente correu para estudar e se especializar em áreas ligadas à tecnologia. Mas, ainda assim, a diferença entre oportunidades e profissionais qualificados disponíveis no mercado é grande.
É notório o quanto a tecnologia está cada vez mais presente nas nossas vidas. Até onde menos imaginamos ela está envolvida.
A questão é que ao mesmo tempo em que a tecnologia se espalha rapidamente por diferentes áreas, ela também evolui e muda muito depressa. Dessa natureza, surge a necessidade de o profissional tecnólogo estar em constante atualização; esse é um dos primeiros requisitos que as empresas buscam nos candidatos.
"Tem de haver essa predestinação pelo novo e vontade, aquela curiosidade de criança, de aprender, porque a tecnologia passa a ser obsoleta muito rápido", comenta Pellegrina. "O que a gente recomenda é que na escola se aprenda o básico - as leis básicas de configuração que regem algum processo, porque essas não mudam; o que muda é a aplicação delas, então o profissional tem de entender muito bem esses conceitos porque esses são perenes, agora a aplicação não é."
Ou seja, o que se aprende em cursos e universidades nunca vai ser 100% suficiente. O profissional que deseja entrar na área de tecnologia tem que ter também a habilidade de saber usar esses conceitos básicos em novas aplicações. E isso já não é requisito, mas exigência deste mercado de trabalho.
Conhecendo este cenário, as empresas também não buscam profissionais “perfeitos” e totalmente prontos para determinadas vagas. A maioria das companhias oferece treinamento interno e assim especializa e atualiza seu quadro de funcionários. Mas para ter o privilégio de aprender ganhando, é preciso estar bem preparado. Assim, quando bater na porta de uma empresa e perguntar se tem vagas para a área de tecnologia; adivinhe a resposta: "Tem sempre vaga de tecnologia", afirma Pellegrina.
Maurício Catelli é um bom exemplo da força desse setor no Brasil. Durante praticamente toda sua vida profissional, graças aos negócios da família, ele esteve ligado ao mercado imobiliário. Mas essa realidade mudou há 12 anos, quando decidiu apostar com outros sócios em uma empresa de tecnologia.
Formado em administração de empresas com especialidade em marketing, Catelli nunca fez qualquer curso tecnólogo. Aprendeu tudo ali mesmo, no trabalho, e hoje continua responsável pela área comercial da empresa.
De acordo com ele, suas atribuições envolvem "traduzir para o mercado e posicionar a empresa de uma forma que o mercado entenda da maneira mais clara possível" o que eles fazem.
O exemplo de Catelli mostra não que qualquer um pode entrar na área de tecnologia. Como dissemos há pouco, é preciso estar preparado e qualificado. Mas sua história recente mostra que o mercado de tecnologia caminha tão bem que até alguém que só gosta, mas que nunca trabalhou no ramo, também pode se dar muito bem neste cenário.
"O mundo não vive mais sem tecnologia. A tecnologia veio para nos auxiliar a viver melhor", explica Catelli, que cria soluções voltadas ao desenvolvimento de uma vida mais sustentável, de melhor qualidade e menos desperdício.
Nossa mensagem final, nesta primeira reportagem da série “Educação Digital 2012”, é que a área de tecnologia vale a pena; e muito. O Brasil é um país em crescimento e tem espaço para quem pensa em apostar no setor. Mais do que isso, com essas mais de 80 mil vagas disponíveis, as empresas precisam de profissionais talentosos e bem preparados. E, desta vez, por incrível que pareça, não estamos falando do futuro, mas sim do “agora”.
Não é de agora, mas o mercado de tecnologia em todo o Brasil continua pra lá de aquecido. O crescimento do setor é tão forte que consegue ser totalmente independente da situação econômica do País; pelo menos é o que dizem os especialistas. E, pelo que pesquisamos, esse número de 80 mil postos de trabalho disponíveis cresceu – acredite se quiser.
"Existe também, ao longo dos anos, um aumento maior de profissionais", comenta Edu Pellegrina, diretor de RH. Segundo ele, também cresce o número de escolas. "O próprio investimento na área de tecnologia vem crescendo bastante", diz.
De olho nessa tendência, muita gente correu para estudar e se especializar em áreas ligadas à tecnologia. Mas, ainda assim, a diferença entre oportunidades e profissionais qualificados disponíveis no mercado é grande.
É notório o quanto a tecnologia está cada vez mais presente nas nossas vidas. Até onde menos imaginamos ela está envolvida.
A questão é que ao mesmo tempo em que a tecnologia se espalha rapidamente por diferentes áreas, ela também evolui e muda muito depressa. Dessa natureza, surge a necessidade de o profissional tecnólogo estar em constante atualização; esse é um dos primeiros requisitos que as empresas buscam nos candidatos.
"Tem de haver essa predestinação pelo novo e vontade, aquela curiosidade de criança, de aprender, porque a tecnologia passa a ser obsoleta muito rápido", comenta Pellegrina. "O que a gente recomenda é que na escola se aprenda o básico - as leis básicas de configuração que regem algum processo, porque essas não mudam; o que muda é a aplicação delas, então o profissional tem de entender muito bem esses conceitos porque esses são perenes, agora a aplicação não é."
Ou seja, o que se aprende em cursos e universidades nunca vai ser 100% suficiente. O profissional que deseja entrar na área de tecnologia tem que ter também a habilidade de saber usar esses conceitos básicos em novas aplicações. E isso já não é requisito, mas exigência deste mercado de trabalho.
Conhecendo este cenário, as empresas também não buscam profissionais “perfeitos” e totalmente prontos para determinadas vagas. A maioria das companhias oferece treinamento interno e assim especializa e atualiza seu quadro de funcionários. Mas para ter o privilégio de aprender ganhando, é preciso estar bem preparado. Assim, quando bater na porta de uma empresa e perguntar se tem vagas para a área de tecnologia; adivinhe a resposta: "Tem sempre vaga de tecnologia", afirma Pellegrina.
Maurício Catelli é um bom exemplo da força desse setor no Brasil. Durante praticamente toda sua vida profissional, graças aos negócios da família, ele esteve ligado ao mercado imobiliário. Mas essa realidade mudou há 12 anos, quando decidiu apostar com outros sócios em uma empresa de tecnologia.
Formado em administração de empresas com especialidade em marketing, Catelli nunca fez qualquer curso tecnólogo. Aprendeu tudo ali mesmo, no trabalho, e hoje continua responsável pela área comercial da empresa.
De acordo com ele, suas atribuições envolvem "traduzir para o mercado e posicionar a empresa de uma forma que o mercado entenda da maneira mais clara possível" o que eles fazem.
O exemplo de Catelli mostra não que qualquer um pode entrar na área de tecnologia. Como dissemos há pouco, é preciso estar preparado e qualificado. Mas sua história recente mostra que o mercado de tecnologia caminha tão bem que até alguém que só gosta, mas que nunca trabalhou no ramo, também pode se dar muito bem neste cenário.
"O mundo não vive mais sem tecnologia. A tecnologia veio para nos auxiliar a viver melhor", explica Catelli, que cria soluções voltadas ao desenvolvimento de uma vida mais sustentável, de melhor qualidade e menos desperdício.
Nossa mensagem final, nesta primeira reportagem da série “Educação Digital 2012”, é que a área de tecnologia vale a pena; e muito. O Brasil é um país em crescimento e tem espaço para quem pensa em apostar no setor. Mais do que isso, com essas mais de 80 mil vagas disponíveis, as empresas precisam de profissionais talentosos e bem preparados. E, desta vez, por incrível que pareça, não estamos falando do futuro, mas sim do “agora”.


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